Fonte: USA Today
Tradução e adaptação: Equipe Portal Demi

Não há maneira mais rápida de trazer uma estrela pop soulful, do que dizer que ela parece com Adele.

Quando nós nos encontrávamos com Demi Lovato, ela havia acabado de gravar sua apreciação no “Good Morning America”, para defender o alívio do furacão Harvey e falar sobre sua nova linha de roupas com a Fabletics.

No entanto, mesmos os iniciantes da Disney Channel, ficam cansados às vezes, e sob o comportamento infalivelmente educado de Lovato, provavelmente havia uma criança de 25 anos que precisava de uma soneca/descanso. Mas ela ficou feliz com a comparação com a diva britânica de grande voz em sua nova música, “You Don’t Do It For Me Anymore”, uma música com grande destaque no seu próximo álbum, “Tell Me You Love Me” (que será lançado sexta-feira, 29).

“Isso é, como, o melhor elogio para sempre”, diz Lovato [sobre ser comparada com Adele].

A carreira de Lovato foi definida por seu status de modelo para sociedade. Ela é uma advogada da saúde mental é de auto-confiança com o corpo, cuja sua atitude e “ser você mesmo qualquer custo” derrama de ela sobre seus maiores sucessos, “Cool For The Summer” para a sexualidade, e seu novo single, “Sorry Not Sorry”.

As diferenças entre seu álbum de 2015, “Confident” e seu próximo lançamento são claras em seus próprios títulos respectivamente. Escrito após várias separações públicas, incluindo seu namoro de longa data com, Wilmer Valderrama, “Tell Me You Love Me” é instantâneo sobre relacionamentos.

“Sou solteira e tenho 25 anos, e estou vivendo sozinha, e então queira escrever sobre isso”, diz ela. “Algumas das vantagens [de ser solteira] incluem não levar a vida, ou qualquer outra coisa, muito a sério, e sim apenas se divertir. E às vezes ficar solitária”.

Quanto aos assuntos das canções, Lovato confirma que os personagens e experiências em suas músicas não são ficções.

“Eu não acho que nenhuma das minhas músicas seja necessariamente ‘inventada'”, diz ela. “Eu me relaciono com todos elas através de experiências pessoais. Há momentos em que há pessoas sobre as quais escrevo e não quero que pareça muito óbvio, então eu disfarço um pouco”.

“E, na maior parte, meus fãs sabem sobre quem é”, ela acrescenta.

Considerando a quase obsessão da imprensa com as letras de Lovato, as letras como “Lucky for you, I got all these daddy issues”, parece que foi criado para soberanias. Lovato planeja levá-la à sua alma, dando uma passo a diante com seu documentário, que chega ao YouTube, 17 de Outubro, denominado, “Demi Lovato: Simply Complicated”.

Passar messes com uma equipe de filmagem nem sempre foi fácil para Lovato, mas, como ela explica, ele sente que deve aos seus fãs sua honestidade.

“Algumas das maneiras que eu me sinto confortável com as câmeras é saber que naquele momento em que estou sendo vulnerável, ou quando estou me abrindo, eu sei que vou ajudar alguém que esteja passando pela mesmo que eu passei”, ela diz. “Então, manter isso em mente, quando você está filmando é importante”.

Enquanto Lovato não compartilha mais sobre os mínimos detalhes do “Simply Complicated”, os fãs podem esperar que o documentário atenda sua sexualidade. Depois de “Cool For The Summer” insinuar suas experiências com o mesmo sexo, as perguntas sobre suas preferências sexuais se tornaram comuns nas entrevistas.

E enquanto Lovato fala vagamente sobre como ela rótula sua sexualidade, isso não impediu os sites de fazerem fofocas e caçar detalhes sobre sua vida amorosa, como os paparazzis tirando fotos dela pegando na mão de uma mulher, na Disneyland este mês.

Quando recentemente um artigo da Huffington Post, criticou Lovato por se recusar a falar sobre sua sexualidade, ela rebateu no Twitter, reafirmando que é algo pessoal e é só isso.

“Se você está tão curioso sobre minha sexualidade, assista me novo documentário. Mas não devo nada a ninguém”, escreveu ela.

Lovato também falou abertamente sobre suas lutas com a saúde mental no passado, mas está claro que hoje ela prefere se concentrar em seu novo projeto de caridade, com o Global Citizen, que promove projetos artísticos para refugiados.

“Estou trabalhando com o Global Citizen e estamos trabalhando juntos para ajudar pessoas deslocadas e refugiados no Iraque”, disse ela. “Estamos trabalhando para montar um sistema de arte para que ele possa ajudá-los a curar e usar a música, ou qualquer forma de arte que eles desejem. A arte ajuda as pessoas e estamos juntando uma iniciativa para trabalhar em conjunto para ajudar as pessoas e poderem expressar suas emoções através da arte”.

Depois de inspirar os fãs ao falar abertamente sobre suas lutas com a saúde mental, ela espera abordar de outra forma a percepção de refugiados e de outras pessoas deslocadas. “O que eu não acho que as pessoas percebam é que essas pessoas passaram por tanto, e são como nós”, diz ela. “Eu acho importante lembrar que eles são humanos, e não importa qual seja sua religião ou cor de pele ou que tipo de pessoa eles são, eles são humanos e é importante fazer o que pudermos para ajudá-los”.